A Festa Julina da APLJ já faz parte da história do Jardim Leonor. O que começou como uma iniciativa dos próprios moradores tornou-se uma das festas mais aguardadas da cidade, reunindo famílias, amigos e visitantes em um ambiente seguro e acolhedor.
Para contar um pouco dessa trajetória, conversamos com as associadas Sandra Teixeira e Maria José Vitiello, integrantes da Comissão da Festa Julina.
Quem idealizou a Festa Julina da APJL? Como surgiu essa ideia?
Segundo Sandra, a ideia nasceu da união dos moradores que, preocupados com o bairro, decidiram organizar um evento para arrecadar recursos destinados à manutenção da associação e às melhorias da comunidade.
Maria José relembra que a primeira tentativa de realizar a festa enfrentou muitas dificuldades. Na época, havia poucos voluntários e praticamente toda a estrutura foi comprada pela organização. Como nem tudo foi vendido, os próprios moradores precisaram comercializar os produtos restantes pelo bairro. Depois dessa experiência, a festa ficou alguns anos sem ser realizada.
A retomada aconteceu a partir de 2017, quando a atual diretoria voltou a discutir o projeto. Foi então que o Sr. Paulo Rossi sugeriu um novo modelo: terceirizar as barracas e cobrar um percentual sobre as vendas. A proposta deu certo e marcou o início de uma nova fase da Festa Julina.

Como foi a primeira edição?
As primeiras edições aconteceram na tradicional Rua do Lago, local que permanece como palco da festa até hoje.
Naquela época, o público era formado basicamente pelos moradores do Jardim Leonor e seus convidados. A expectativa sempre foi fortalecer a união entre os vizinhos e arrecadar recursos para ajudar a manter o bairro, principalmente porque o número de associados contribuintes era muito menor do que o atual.
Como a festa evoluiu ao longo dos anos?
Para Sandra, a evolução foi enorme. “Hoje nossa festa é conhecida, muito elogiada e recebe visitantes de diversos bairros de Itatiba. Ao longo dos anos fomos aperfeiçoando a organização, corrigindo erros e aprendendo a cada edição.” Apesar do crescimento, algo continua exatamente igual: o espírito de colaboração. “O que permanece é a vontade de fazer dar certo, a união entre os moradores e o objetivo de arrecadar recursos para investir no Jardim Leonor.”
Há quanto tempo vocês participam da organização?
Sandra conta que sempre ajudou quando possível, atuando na organização e nos caixas, e atualmente integra oficialmente a Comissão da Festa Julina.Já Maria José participa desde a primeira edição e destaca que ela, Sueli e outros moradores permanecem envolvidos desde o início dessa história.“O que nos motiva é o amor pelo bairro, pela APJL e o desejo de ver o Jardim Leonor cada vez mais limpo, organizado e seguro.”
O que não pode faltar para que seja uma verdadeira Festa Julina da APJL?
A resposta é unânime: o clima familiar.
A segurança, a organização, a alegria, a convivência entre vizinhos e as tradicionais fogueiras fazem parte da identidade da festa. Maria José acredita que as fogueiras são um dos grandes diferenciais do evento, enquanto Sandra destaca também as enormes fogueiras que tornam o ambiente único e acolhedor.
Existe alguma barraca ou atração que seja a marca registrada da festa?
As comidas típicas sempre recebem muitos elogios e fazem sucesso entre o público.Sandra destaca especialmente a tradicional Barraca da Pesca, organizada há anos com muita dedicação por Paulo Bruni e Lourdes Palma. Outra novidade deste ano é o retorno do esperado Bingo, uma das atrações mais solicitadas pelos frequentadores.
O que diferencia a Festa Julina da APJL das demais festas da região?
Mais do que uma festa, a Festa Julina da APJL é um evento familiar. A organização destaca como diferenciais a excelente estrutura, a segurança durante todo o evento, a tranquilidade para visitantes e expositores, além do ambiente acolhedor criado pelos próprios moradores. “Nunca tivemos problemas com brigas ou qualquer episódio desagradável durante a festa. Isso demonstra o cuidado com que tudo é planejado.”

Como funciona toda essa organização?
Quem participa da festa muitas vezes não imagina o trabalho realizado nos bastidores. Segundo Sandra, a preparação começa muitos meses antes do evento. As rifas, vendas de bolos e pizzas iniciam ainda no ano anterior, ajudando a custear grande parte das despesas. Neste ano, cerca de 70% dos custos da festa já foram arrecadados antes mesmo da abertura do evento, resultado do empenho da comissão e das ações realizadas ao longo dos meses. Atualmente, a Comissão da Festa Julina conta com aproximadamente 15 voluntários, que se reúnem desde março para planejar cada detalhe.
Como os moradores podem colaborar?
A Comissão reforça que toda ajuda é bem-vinda. Os associados podem participar da organização, trabalhar como voluntários durante a festa ou colaborar nas diversas ações promovidas ao longo do ano. “É só procurar qualquer integrante da comissão. Todos serão recebidos com muito carinho.”
Uma mensagem para os leitores
Sandra deixa um convite especial: “Venham para a festa mais legal do ano, onde alegria, boa música, comidas típicas deliciosas e boa companhia são garantidas.”
A Comissão da Festa Julina também faz questão de agradecer a todos que colaboram para manter viva essa tradição, lembrando que cada participação fortalece o Jardim Leonor e contribui para que o bairro continue sendo um lugar cada vez melhor para viver.
Comissão Organizadora da Festa Julina APJL
Ricardo Cecco • Sueli Valverde • Lourdes Palma • Mauricio • Ana Bueno • Sandra • Marisa Scarpelli • Maria José Vitiello • Ivone Luciano • Juliana Vargas • Dri Damin • Hamilton Roberto Veloso • Paulo Bruni • Solange Lima.